terça-feira, 15 de novembro de 2011

Entrelinhas da TV Cultura

O programa Entrelinhas foi até o ZAP-SLAM conferir a Batalha de Poesias

Assista o video

Atentado Poético - Invetervenção de teatro e grafite nas SATYRIANAS

Domingo no Periferia Invisível Antentado Poético. Intervimos, eu, Vander CHE e Alan Alvico, nas Satyrianas. Fragmento da minha dramaturgia Pixologia, do livro (A) MASSA, com a participação dos manos, antes era um monólogo. Agora deu mais vida e mais sentido a obra. Quem sabe continuemos numa versão com maior fôlego!?

Link do video feito por Binho Santana
http://www.facebook.com/#!/video/video.php?v=174451132649332

Segue as fotos da Ação

                                                      Os preparativos. Ensaiando
                                       Arrumando o cenário. Valeu Ítaldo Mo.Fya pela força
                                                   CHE declamando Atentado Poético
                                                                               Ação
                                                            O estudante em crise
                                                          Os pixadores reais.
valeu rapá

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Encontro Literário nas SATYRIANAS

Neste sábado participei de um encontro literário no evento SATYRIANAS no Periferia Invisível. Junto a mesa estava Uilian Chapéu e D.T Junior ( um mano que conhecemos no dia e que mora na leste tambem)
Debatemos a atual cena da literatura periférica em SP/Brasil e na zona leste. As conquistas e os desafios. No final abrimos para perguntas e depois um sarauzinho.

                                          Os debatedores. Dárcio Tibaes Jr, Chapéu e Eu
 E também foi lançamento do livro Pelas Periferia do Brasil Vol. V (eu e chapéu) e do Sunrise Sunset do D.T Junior.
                                              Bruno Veloso - o mediador do debate
 Pensando no que ia falar. Estreando a camisa do Literatura Marginal - 1 da Sul - Ferréz.
                                               Recitando Afrô no Sarau
Valeu Periferia Invisível e toda familia de Ermelino Matarazzo

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Satyrianas na zona leste

PERIFERIA INVISÍVEL – Rua Barra de Santa Rosa, Nº 4405. Vila Cisper – Ermelino Matarazzo


Sábado – 12 de novembro

14h:00 às 15h:00 – Exibição de curtas-metragens – Coletivo Mundo em foco

16h:00 às 17h:30 – Show com Juninho Dub Wise
Apresentação de Juninho Dub Wise, músico autodidata de Ermelino Matarazzo. Suas músicas tem influências de Jazz, Soul, MPB, Rock e Reggae

17h:30 às 17h:45 – Intervenção circense – Periferia Invisível

19h:00 às 22h:00 - Encontro Literário e SARAU
Lançamento dos livros “Pelas Periferias do Brasil Vol.5” e “Sunrise Sunset”.


20h:00 às 20h:15 – Intervenção Circense – Periferia Invisível
20h:15 às 22h:00 – Sarau
A discussão realizada durante o “Encontro Literário” será acompanhada de um Sarau onde os autores e outras pessoas presentes poderão apresentar os seus trabalhos. Neste sarau, contaremos com as mais diversas apresentações de toda e qualquer forma de expressão artístico-cultural, desde música, teatro e dança até improvisações de poesias. Toda forma de arte é bem vinda.

Domingo – 13 de novembro

14h00 às 16h00: Exposição Artes plásticas: História de Ermelino Matarazzo
Artista: Ricardo Cardoso – Final de Semana Cultural

16h30 às 17h00: Intervenção circense – Periferia Invisível.

17h00 às 18h00 – Intervenção Atentado Poético
Direção e texto: Emerson Alcalde
Atuação: Emerson Alcalde
Graffite: Alan Alvico e Vander Che
Sonoplastia: Fernando Matraga Iluminação: Joy Ribeiro.

19:30 às 20:30 - Boneco do Marcinho + Lançamento do livro da peça – CIA Extremos Atos Direção e texto: Emerson Alcalde
Atuação: Emerson Alcalde Sonoplastia: Fernando Matraga Iluminação: Joy Ribeiro.


20h:30 – Ensaio aberto uma História de Amor
Debate sobre as questões que cercam o tema da peça, bem como entrevista com os integrantes da mesma acerca do processo de desenvolvimento do espetáculo.

domingo, 6 de novembro de 2011

Sarau Suburbano as últimas três edições deste ano

Nesta terça tem sarau. Com dois lançamentos.
Facíl de chegar. Ali no Bixiga - centro de SP - metro Anhagabaú.

Apresentação dos meus manos Alessandro Buzo e Tubarão Dulixo (é noiz baixada)

Só os irmãos.


Vamos prestigiar rapá.

13/12/2011 ( das 20h às 22h) - SARAU SUBURBANO no Bixiga.
* ULTIMO DO ANO.....
# Lançamento do livro POETAS DO SARAU SUBURBANO (Ponteio Editora) com 24 poetas.
# Lançamento do livro POUCAS PALAVRAS do Renan do Inquérito
# Lançamento do livro BONECO DO MARCINHO do Emerson Alcalde.
# Lançamento dos livros do Buzo em 2011 (4 títulos)

Local: Livraria Suburbano Convicto
Rua 13 de Maio, 70 - 2o and - Bixiga (região central de SP)
www.sarausuburbano.blogspot.com




Em 2012 o Sarau Suburbano volta em fevereiro e passa a ser TODA TERÇA-FEIRA.
www.sarausuburbano.blogspot.com

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A luta pela Reforma do Teatro Flávio Império

Alguns já conheçe o meu poema que fiz para este teatro e seu movimento apelidado de TEATRO EM CANGAÍBA.
A luta pela reforma é longa. O teatro foi inaugurado em 1992 depois ficou fechado por oito anos. Reaberto ficou quatro anos em alta atividade. Foi em 2004 o teatro distrital mais cheio da cidade de são paulo. Porém em 2006 ele foi navamente interditado. Sem programação e sem condições técnicas seguras para o seu funcionamente ele foi fechado, nao reformado, simplismente FECHADO. A partir de então criamos um movimento chamado S.O.S Flávio Império para alertar a comunidade de seu descaso. Conseguimos mais de 3.000 assinaturas e levamos para a Secretaria de Cultura e de lá pra cá só promessa de que ele irá ser reaberto.
Segue algumas matérias do jornal e da tv e o manifesto.
MANIFESTO POR UM TEATRO NUM LUGAR MALDITO
por emerson alcalde 
TEATRO EM CANGAÍBA
Mas Cangaíba fica em São Paulo?
E lá tem teatro?
Fica em São Paulo e tem teatro municipal (Uau)
Porém fora do circuito da capital (Mau)
Cangaíba que do tupi guarani significa:
Dor de cabeça, cabeça ruim
Popularmente terra maldita
Lugar que não dá nada, segundo os índios
Quando sementes eram plantadas

Órgão cultural do nosso sub-distrito
Leva nome de um dos principais cenógrafos
Que o teatro já tenha visto. 
Inaugurado pela migrante do sertão da Paraíba
Mas homenageá-lo em Cangaíba?
Um lugar longínquo demais
Não precisa pedir desculpa bem
esse lugar tem tudo haver com seus ideais

Interditado por quem Ama São Paulo
Que não é arquiteto é engenheiro
E que soube bem investir o nosso dinheiro
$uisseiro
Deixou tudo pronto para o seu sucessor
Que continuou com tudo que o turco apitou
Pra reabrir
Foi preciso que uma nova Estrela brilhasse na cidade
Será que só as mulheres têm sensibilidade?
Era Arte Contra e agora é Pela Barbárie
Atores em cooperação pela ocupação Estável teatral
A Cia. Residiu, interferiu na comunidade local
Os amigos da multidão celebram a vida e saem no jornal
Dramaturgia do saudoso Reinaldo Maia do FOLIAS

A Zhaneta no ensaio grita e berra
Mas o que incomoda o poder vem e serra
E com a serra reparte deixa em parte
Dividido ideal pra ser controlado e dirigido
Aqui, aristocrata acredita ser democrata, só pode tá iludido
Entra e sai partido continuamos esquecidos
Onde será permitido? No CEU?
Não, lá dizem que é subdividido

Um deus separou cultura e educação
Política e religião
criando hierarquias e fragmentação
Burocracia
que funciona para os que estão no plano superior
E nós aqui em baixo ainda estamos esperando Godot
A reforma virá, é só esperar! Não senhor

As ruas pedem urgência!
Cadê o telefone pra eu ligar?
S.O.S Flávio Império você tem que voltar!
Pois saiba que os Fuzis da senhora Carrar de Brecht
Estão guardados pra hora que precisar
Até a Falecida de Nelson vai reencarnar
E convocar os Poetas da Vila e seus amores
Donas de casa, operários e artistas amadores

Pra fazer a OFICINA da antropofagia periférica
No ARENA que será constituída na sua portaria
Electra Prometeu prepare o fogo e Dionísio a orgia
Porque se isso não for do povo
Aí sim irão ver o que é exercer cidadania
Vão sentir o amargo dos Mais Doces Bárbaros de
 Marias, gals, gils e caetanos.
Os coletivos de artes estão ensaiando
Balaio, Cervantes na Arruacirco.

São todos Atormentados
Vocacionados do Extremos Atos
Com União e Olho Vivo, Suburbanos Convictos
Pintando sua aldeia e cantando Zumbi
Periferia é Invisível até a hora de explodir
A revolução cultural permanente
Do Brás à Cidade Tiradentes
As Pombas Urbanas pedem paz
Ao som de Racionais na guerra
que parece do Oriente
Anonimamente encenando a vida
No Cortejo Livre Leste na avenida
Itinerante. Vamos avante! É o levante!
Vem comigo!
Por um teatro num lugar MAU dito.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Uma carta da cadeia

Recebi uma carta de um amigo de infância e que hoje infelismente se encontra privado de sua liberdade. Esta é uma resposta ao jumbo que lhe enviei com o livro (A) MASSA.
Foi emocionante ler e aqui compartilho com vocês.

Pra quem leu o livro é o mano que o Alessandro Buzo fala no prefácio. Eu fui pras artes e ele pro crime.

Força André.